Anais do XXXIV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo
DOSES E PARCELAMENTO DA ADUBAÇÃO NPK NO CRESCIMENTO INICIAL DA CULTURA DO EUCALIPTO
ALEXANDRE COSTA DA SILVA(1); SALATIÉR BUZETTI(2); MARCELO CARVALHO MINHOTO TEIXEIRA FILHO(2); RODOLFO DE NIRO GAZOLA(2); RAÍSSA PEREIRA DINALLI(2); ARIÁDNE CARLA DE CARVALHO(2); 1 - UNESP CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA; 2 - UNESP - CÂMPUS DE ILHA SOLTEIRA;
Avaliou-se a altura total de planta, o diâmetro a altura do peito (DAP) e o volume total de madeira com casca de eucalipto aos 12 meses após o plantio, em função de doses e parcelamento de adubação NPK em solo de Cerrado. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com 5 repetições. Os tratamentos foram : T1 (sem adubação NPK); T2 (Dose padrão, parcelamento de N e K2O em 3 aplicações); T3 (Dose reduzida, parcelamento de N e K2O em 2 aplicações); T4 (Dose padrão, parcelamento de N e K2O em 2 aplicações); T5 (Dose reduzida, parcelamento de N e K2O em 1 aplicação) e T6 (Dose padrão, parcelamento de N e K2O em 1 aplicação). O eucalipto se desenvolve bem com apenas 1 ou 2 aplicações N e K2O em cobertura, mesmo num solo arenoso. A redução das doses de N e K2O propicia semelhante desenvolvimento inicial do eucalipto aos das doses padrões. A não fertilização resulta na redução do crescimento em altura e diâmetro das plantas, e consequentemente, da produção do volume de madeira.