Anais do XXXIV Congresso Brasileiro de Ciência do Solo
RESPOSTA DA ADUBAÇÃO NITROGENADA E INTENSIDADE DE RALEIO NA PRODUÇÃO DE PÊSSEGO
JOÃO AUGUSTO LOPES PASCOALINO(1); BRUNA WURR RODAK(2); STEVE JASSON ALVES(2); WILSON WAGNER RIBEIRO TEIXEIRA(2); MILTON FERREIRA DE MORAES(3); ANTONIO CARLOS VARGAS MOTTA(2); 1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; 2 - UFPR; 3 - UFMT;
O Paraná esta entre os maiores produtores de pêssego. Porém houve desinteresse do cultivo, sendo reflexo da falta de informação quanto ao manejo da adubação nitrogenada (N), além de práticas como raleio. Assim, avaliou doses de N associada a diferentes raleio e suas relações com parâmetros produtivos. Conduziu o trabalho na fazenda da PUC-PR. Os tratamentos foram doses de N: 0, 40, 80, 120, 160, 200 e 240 kg ha-1 ano-1, aplicado parcelado. Raleio adotados foram: 150 e 200 frutos/planta. O delineamento foi DBC com três repetições. Avaliou peso médio de frutos (PMF) e produtividade (PROD). Com os dados realizou ANOVA e regressão. O maior PMF ocorreu na dose 240 kg ha-1, associado ao raleio de 150 frutos/planta. A PROD foi maior na dose 240 kg ha-1 associado ao raleio com 200 frutos/planta. Conforme resultados, adubação de N juntamente com raleio aumentou PMF e a PROD. A adubação de N e o raleio, dependem um do outro para obter frutos com características exigidas pelo comércio consumidor.